sábado, 21 de maio de 2011

Dicas de Fotografia...


Muitas pessoas me perguntam sobre dicas de fotografia e como escolher um bom equipamento fotográfico, posto aqui algumas dicas do site O Meu Olhar, achei prático e bem resumido. Sempre respondo que primeiro a pessoa precisa conhecer que tipo de fotos precisa ou gosta de fazer, talvez porque eu funcione muito no prazer e não consigo tirar o foco disto, mas acho que é um bom começo para uma reflexão sobre o equipamento a ser adquirido...
então lá vai:

Definindo suas necessidades:
  1. Pense: qual é o seu principal objetivo?  Porque necessita de uma câmera fotográfica? Se só necessita dela para ocasionalmente tirar uma foto ou para as férias, então um modelo mais barato é capaz de ser o ideal. 
  2. Quantas vezes espera utilizar a câmera? Quanto mais a utilizar, mais provável que precise de uma com melhores características.
  3.  Quanto deseja gastar? Esta é uma boa maneira de medir a qualidade da câmera fotográfica que irá comprar. Não tenha medo de ir um pouco além para obter uma câmera fotográfica que dure por muito tempo.
Analógica ou Dgital? Para quem não tem idéia das diferenças:

 Câmera fotográfica analógica (câmera com filme): A principal vantagem da analógica comparativamente com a digital é a qualidade da fotografia. Nunca irá ter uma foto granulosa, mas irá gastar mais em rolos de filme e na revelação.

Câmera fotográfica digital: A principal vantagem das câmeras fotográficas digitais é a capacidade de imediatamente ver a foto que tirou. Isto leva a que não se gaste dinheiro em fotografias indesejadas. Também pode imprimir e editar qualquer foto que deseje. Hoje em dia você pode ir à qualquer site especializado e fazer upload das suas imagens, que eles enviar-lhe-ão as impressões por um custo muito competitivo. Esta é a melhor escolha se for um amador ou um fotógrafo não muito exigente.

Point and Shoot (Aponte e Dispare) ou SLR (Single Lens Reflex):

Antes de mais, qual é a diferença entre SLR e Point and Shoot? Bem, “Point and Shoot” é isso mesmo, aponte a câmera fotográfica ao que pretende fotografar faça zoom in/out, dedo no botão e pronto tire a fotografia!!!



Por outro lado uma câmera SLR, é a que os fotógrafos usam, com várias opções de enormes e fantásticas lentes. Com esta câmera você precisa conhecer e  ajustar a velocidade de abertura , tempo de exposição, foco da câmera, etc...



Novamente, conheça suas necessidades. A sua necessidade enquadra-se no que a SLR tem para oferecer? A não ser que esteja verdadeiramente interessado em fotografia, o mais provável é que não necessite da SLR.

Há SLR para os formatos digitais e analógicos. Mas com a digital, combina o “Point and Shoot” e SLR. Essencialmente uma câmera que consegue tirar fotos automáticas mas também permite experimentar com os ajustes.

Se não tem a certeza quanto a tornar a fotografia o seu passatempo, compre uma Point and Shoot com opções avançadas. Não são tão caras como as SLR, mas permitem que experimente com diferentes ajustes.


Compare as máquinas

Visite uma loja de material fotográfico e peça para experimentar algumas câmeras. Com a digital pode tirar mesmo ali algumas fotos e ver se gostou.
    • É muito complicado?
    • Sinta o peso. É muito pesada para andar com ela nas férias?
    • Veja se a câmera é confortável nas suas mãos.
    • Tire notas ou peça um folheto para que não esqueça o que teve nas mãos
Leia na Internet os prós e os contras da câmera que experimentou. Existem fóruns ótimos sobre todo tipo de câmeras e lentes.

Dicas:

  • Pense no futuro. Se acha não irá tirar fotografias como passatempo, mas apenas apontar e disparar, não compre a mais cara câmera digital SLR
  • Não se esqueça de fazer muitas comparações. Existem inúmeros sites cheios de informação, críticas e relatos de utilizadores. Use isto como vantagem.
  • Não se esqueça dos acessórios. Uma bolsa de transporte é bastante útil para quando andar com a câmera para todo o lado.
  • Se escolher uma câmera digital, pergunte ao vendedor quantas fotos cabem no cartão de memória, se é muito ou pouco.
  • É mais barato comprar memória de 1 GB do que duas de 512MB’s. E é sempre bom ter um cartão de memória e uma bateria extras...
that's all folks... enjoy!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Outro vídeo que vale a reflexão...



Para quem não conhece Steve Jobs, vale ler:
eu sou fã do cara, da Apple, da Pixar... e nesse vídeo ele fala muito, fala tudo que eu consideo importante para um jovem/adolescente saber, conhecer para que reflita sobre suas escolhas, valores, motivações, expectativas...
Fala bem deu sua vida, sua história e seus valores e mostra uma trajetória no mínimo interessante para que cada um conheça e reflita sobre suas escolhas, vida e valores...
É isso aí...







Adoro Sushi...

Eu adoro sushi, e quinta a noite é dia oficial de sushi por aqui (normalmente delivery).
Descobri com umas amigas um sushiman que só faz entregas... chama-se João Bertani (chefe de cozinha e sushiman - jbbertani@hotmail.com)
Achei tão interessante que resolvi provar e gostei muito, por isso posto o endereço e telefone, vale muito para quem gosta de sushis, sashimis, temakis e afins...
As imagens são do pedido de: uramaki salmão abacate (que saudade do Chile!!!), gunka de salmão, uramaki filadélfia, temaki filadélfia... adorei todos!
Contato: (47) 3209-1829 - Genki Delivery sushis e temakis
Espero que gostem também!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Ando lendo...

Tenho o hábito de ler vários livros ao mesmo tempo... entre leituras sobre desenvolvimento infantil, Joseph Campbell e cia... está sempre meu querido Rubem Alves, leio, releio, aprendo sempre e me encano com sua sensibilidade...
O escolhido da vez chama-se:
Cantos do Pássaro Encantado

Segue uma de suas crônicas que eu não conhecia mas que adorei... e a refexão é sobre a relação, relacionamentos... O quanto estou realmente aberto para uma relação? O quanto eu me conheço? Sendo assim, o quanto estou aberto para aceitar o outro como ele realmente é? Uma relação é uma construção... o amor em uma relação está em aceitar e respeitar os próprios sentimentos para então aceitar e respeitar os sentimentos mais íntimos do outro...
Enfim, Rubem Alves para vocês:

O Barbazul

Vivia num país, não me recordo se próximo ou distante, um homem que todos conheciam pelo apelido Barbazul. Era um homem de rara beleza. Do seu rosto o que mais impressionava eram os olhos, de um azul profundo, dos quais saía uma luz azul que envolvia sua barba numa aura azulada, razão do seu apelido.

Barbazul era um homem rico. Vivia num castelo. Numa das extremidades do seu castelo havia uma torre de sete patamares, trancados a sete chaves. Era uma torre misteriosa, interditada ao público, e sobre o que havia nela circulavam as estórias mais escabrosas.

Barbazul era um homem solitário. Nunca se casara. Tão bonito, tão rico: por que nunca se casara? – era a pergunta que todos faziam.

Muitas eram as mulheres, lindas mulheres, que por ele se apaixonavam. E Barbazul não se esquivava. Aceitava as sugestões contidas nos sorrisos... A princípio era um simples namorico, os dois passeando pelos bosques... Mas sempre chegava o momento quando a jovem lhe dizia:

“Gostaria de me casar com você...“

“Casamento é coisa muito séria“, dizia Barbazul. “Só devem se casar pessoas que se conhecem profundamente. E só existe uma forma de as pessoas se conhecerem: é preciso que vivam juntas. Você viveria comigo, no meu castelo, mesmo sem nos casarmos? Eu no meu quarto, você no seu... Até nos conhecermos?”

E assim acontecia. A jovem ia viver com Barbazul no seu castelo, cada um no seu quarto. Comiam juntos, passeavam, conversavam... Barbazul era um homem extremamente fino e delicado. Mas sempre acontecia a mesma coisa: depois de um mês assim vivendo Barbazul se dirigia à jovem e lhe dizia: “Vou fazer uma viagem de sete dias. Nesses dias você tem permissão para visitar a ‘Torre dos Sete Patamares‘. Aqui estão as sete chaves... Durante a sua visita você deverá segurar a chave do patamar que você estará visitando na sua mão esquerda, fechada com bastante força. Isso é muito importante. Porque as chaves têm propriedades mágicas...“

Com essas palavras ele partia e a jovem ficava só, com as sete chaves na mão, e a Torre dos Sete Patamares a ser visitada...

Transcorridos sete dias Barbazul regressava e após o abraço do reencontro perguntava:
“Visitou a Torre dos Sete Patamares?“
“Sim. Visitei todos os patamares...“, a jovem respondia alegremente.
“Você gostou?“
“Eu os achei maravilhosos!“
Barbazul insistia:
“Todos eles?“
“Sim, todos eles...“
“Então“, concluía com um sorriso, “é hora de você me devolver as sete chaves, aquelas que você apertou na mão esquerda, o lado do coração. Como eu lhe disse, elas são mágicas... Elas vão me contar o que você sentiu...“

Assentava-se então numa poltrona, fechava os olhos, e segurava as chaves na sua mão esquerda, uma de cada vez. A magia das chaves estava nisso: elas o faziam sentir, ao segurá-las, o mesmo que a jovem havia sentido, na sua visita aos sete patamares da torre.

Só de olhar para o seu rosto era possível perceber os sentimentos guardados na chave que segurava. Eram sentimentos os mais variados, todos os que existem no leque que vai da alegria até a tristeza. As jovens sempre se emocionavam ao visitar os patamares da torre... Com uma exceção. Ao segurar a sétima chave o sorriso de Barbazul desaparecia e, no seu lugar, aparecia enfado e tédio. Era isso que a jovem havia sentido no sétimo patamar: enfado e tédio.

“Não“, dizia ele à jovem. “Não poderemos nos casar. Comigo você será para sempre infeliz. O que há de mais fundo em mim, para você é tédio e enfado.“

E sem outras explicações levava a jovem à casa de seus pais, não sem antes enchê-la com os presentes que trouxera da viagem.

E era sempre assim.
Foi então que aconteceu...
Era o entardecer, o sol se pondo no horizonte. O mar estava maravilhosamente azul. Barbazul caminhava na praia, como sempre fazia, pés descalços... Viu, ao longe, uma jovem que caminhava sozinha, molhando os seus pés na espuma do mar. Era uma cena linda, digna de uma tela de Monet: uma jovem sozinha, vestes brancas na areia branca, contra o azul do céu e o azul do mar... Ela caminhava na sua direção, distraída. Mas parecia não vê-lo, tão absorta se encontrava. Ela se assustou quando o viu...
“Eu a assustei?“, ele perguntou.
“Eu estava distraída“, ela disse, se desculpando.
“Qual é o seu nome?“
“O meu nome? Stella Maris...“
“Chamam-me de Barbazul, por causa da cor da minha barba...“
Eles riram.
Ela não era bonita. Mas a cena era bonita, bonitos eram seus olhos, bonita era a sua voz...

Barbazul ouviu músicas no seu coração. E foi assim que caminharam juntos de pés descalços ao sol poente, caminhadas que vieram a se repetir a cada novo dia.

Até que, numa dessas caminhadas, Barbazul falou o que nunca falara.
“Você não quer morar comigo no meu castelo?“
“Você está pedindo que eu me case com você?“, ela perguntou.
“Não. Estou pedindo que você venha morar comigo. Depois de morar comigo, quem sabe, descobriremos que as nossas solidões poderão caminhar juntas pela vida...“

E assim, ela foi morar no castelo do Barbazul. E aconteceu exatamente como acontecia com todas as outras: passado um tempo Barbazul anunciou uma viagem de sete dias e lhe deu as sete chaves com a mesma recomendação. E partiu...

No primeiro dia Stella Maris tomou a primeira chave, abriu a porta do primeiro patamar e segurou firmemente a chave na sua mão. Era um enorme salão de festas cheio de gente. A orquestra tocava valsas alegres e as pessoas dançavam e riam. Parecia que todos estavam leves e felizes. Stella Maris dançou também e se sentiu leve e feliz.

No segundo dia Stella Maris tomou a segunda chave, abriu a porta do segundo patamar e segurou firmemente a chave na sua mão. Era um salão de banquetes onde se serviam as mais deliciosas comidas e se bebiam os vinhos mais caros. Muitos eram os comensais, mas não tantos quantos havia no salão de festas. Stella Maris juntou-se a eles, assentou-se, comeu, bebeu e se alegrou.

No terceiro dia Stella Maris tomou a terceira chave, abriu a porta do terceiro patamar e segurou a chave firmemente na sua mão. Era um parque cheio de crianças que brincavam dos mais variados brinquedos: balanços, gangorras, pipas, piões, cabo-de-guerra, pau de sebo, perna de pau, pula-corda, amarelinha, bolinhas de gude, bonecas, casinha, cabra-cega, escorregador, sela... Todas riam. Todas estavam felizes. Stella Maris se sentiu como criança e se juntou com elas, a brincar.

No quarto dia Stella Maris tomou a quarta chave, abriu a porta do quarto patamar e segurou a chave firmemente em sua mão. Era uma biblioteca com prateleiras cheias de livros. Havia livros de todos os tipos: livros de ciência, de história, de literatura, de poesia, de filosofia, de humor, de mistério, de crime, de ficção científica, de arte, de culinária, de sexo, de religião... Os rostos daqueles que, assentados às mesas, liam livros em silêncio, revelavam emoções que os livros continham: concentração, excitação, curiosidade, alegria, tristeza, riso... Stella Maris escolheu um livro de arte, pinturas de Monet. Vendo as ninféias de Monet ela se sentiu leve e diáfana e desejou ver uma ninféia num lago...

No quinto dia Stella Maris tomou a quinta chave, abriu a porta do quinto patamar e segurou a chave firmemente na sua mão. Era uma catedral gótica. A luz do sol se filtrava através dos vitrais coloridos e no silêncio do espaço vazio se ouvia o Requiem, de Fauré. E não eram muitas as pessoas que lá estavam. Havia rostos de súplica, rostos de sofrimento, rostos de paz. Stella Maris foi envolvida pelo silêncio, pelas cores dos vitrais, pela música... E a sua alma orou, chorou, agradeceu e sentiu paz.

No sexto dia Stella Maris tomou a sexta chave, abriu a porta do sexto patamar e segurou a chave firmemente na sua mão. Era um jardim japonês. Ouvia-se o barulho da água que caía na fonte onde nadavam carpas coloridas em meio às ninféias. As cerejeiras estavam floridas. Um velho hai-kai repentinamente floresceu: “Cerejeiras ao anoitecer – Hoje também já é outrora...“ (Issa). Poucas, muito poucas eram as pessoas que andavam pelo jardim. Stella Maris se assentou sob uma cerejeira florida e o seu pensamento parou. Não era necessário pensar. A beleza era tanta que ocupava todo o lugar onde moram os pensamentos. Experimentou o paraíso...

No sétimo dia Stella Maris tomou a sétima chave, abriu a porta do sétimo patamar e segurou a chave firmemente na sua mão. Era uma ampla sala vazia, na penumbra. Ninguém, somente ela. O silêncio era absoluto. A solidão era absoluta. Dois móveis apenas, duas cadeiras. A que se encontrava no centro da sala era iluminada pela luz das velas de um candelabro que pendia do teto. Stella Maris assentou-se na cadeira que estava num canto, nas sombras.

Foi então que um homem entrou por uma porta nos fundos. Vinha abraçado com um violoncelo. Sem dizer uma única palavra ele se assentou, arrumou o violoncelo entre as pernas, tomou o arco, concentrou-se e pôs-se a tocar. A melodia, em meio ao silêncio absoluto, sem nenhum ruído ou fala que a profanasse, era de tal pureza e pungência que lágrimas começaram a escorrer pelo rosto de Stella Maris.

Sentiu que o seu corpo estava possuído pela beleza. Era como se ele, o seu corpo, fosse o instrumento de onde saía a música. Sim, ela já a ouvira: a Suíte n. 1, em sol maior para violoncelo, de Bach. Terminada a execução, o artista se levantou e se retirou sem nada dizer. Stella Maris permaneceu assentada, em silêncio; não queria que aquele momento terminasse. Queria que ele se prolongasse, para sempre...

* * *

“Então“, disse Barbazul sorridente, “visitou a Torre dos Sete Patamares?“
“Visitei“, respondeu Stella Maris, entregando-lhe as chaves. Barbazul pediu para ficar sozinho e reclinando com os olhos fechados foi apertando as chaves, sucessivamente, com a mão esquerda, a mão do coração. No seu rosto se estampavam as emoções que Stella Maris havia tido em cada um dos patamares: leveza, alegria, riso, beleza, tristeza – até chegar ao último patamar, aquele que, ao segurar a sua chave, sentira o tédio e o enfado que as outras mulheres haviam sentido. O que é que Stella Maris teria sentido?

E, de repente, sentiu lágrimas rolando pelo seu rosto, as mesmas lágrimas que haviam rolado pelo rosto de Stella Maris. Era como se o seu corpo estivesse possuído pela beleza e fosse o instrumento do qual a música saía...

Barbazul sorriu. Permaneceu assentado, em silêncio; não queria que aquele momento terminasse. Queria que ele se prolongasse, para sempre...

* * *

“Stella Maris, você quer se casar comigo“, ele perguntou.

“Casar? Mas eu pensei que...“

“Sim, casar. Você compreendeu o que é a Torre dos Sete Patamares? É a minha alma. Cada patamar é um pedaço de mim. Lá se encontram os prazeres e alegrias humanos. Homens, mulheres e crianças se reúnem para compartilhar esses prazeres e alegrias. Mas, ao final da torre, há um lugar de solidão absoluta onde só entra uma pessoa de cada vez, eu permitindo. Aquele lugar é o fundo do meu coração. Quem não amar aquele lugar jamais me amará. Poderá até ser um companheiro de danças, de jantares, de discussões literárias, de brinquedos... Muitos podem ser bons companheiros. Mas, para me amar, é preciso amar a minha solidão. E aquela música é a forma sonora da minha solidão. Você a achou bela. Você permitiu que ela possuísse o seu corpo. E, por isso, eu a amo... Nossas solidões são amigas... Você quer se casar comigo?“

quarta-feira, 4 de maio de 2011

minha oração de hoje...

 
Minhas verdades não são absolutas... são somente absolutamente verdadeiras para mim...
Nas minhas verdades incluo poucos e verdadeiros amigos...
Lugares mágicos que me chamam pelo mundo e que encontro quando estou pronta...
 músicas que me acalmam e enlouquecem... livros que me encantam, ensinam e confortam... valores que aprendi em família e impressões que vivi pela vida... 
Faço escolhas baseadas no meu prazer e bem estar...
Acredito no amor, na vida com paixão, no aprendizado pela dor...
Busco reflexão, consciência e maturidade...
Tenho fome de saber e sede de liberdade...
Confio nas minhas escolhas, sei que erro também e assim aprendo o que preciso...
Me irrito e dou risada das coisas loucas dessa vida...
Acredito na mudança até certo ponto, existem coisas que não mudam mas é possivel compreender e tentar ser tolerante...
Sei que a inveja existe e me protejo como posso...
Penso, sinto, pulso o tempo todo graças à Deus!!!
Sinto a proteção e a energia de uma força maior que me guia em todos so momentos necessários !
Agradeço e mereço tudo o que tenho, tudo o que vivi e tudo o que virá...
Amém!
 

sábado, 23 de abril de 2011

Mais um vídeo impressionante e reflexivo:

um vídeo tocante, carinhoso, sensível... enfim me emociona sempre que assisto por isso divido aqui com todos vocês! sinceramente espero que gostem também...
A reflexão sobre como você curte sua vida, o quanto está atento aos seus sentidos, o quanto desperta e aprimora cada um deles... isso só depende de você!
Manu.

sábado, 26 de março de 2011

Vídeos...

Ando encantada com vídeos, fotografia, edição de imagens...
Então posto aqui um dos vídeos mais interessantes que vi ultimamente...
Muito reflexivo, ele traz um entendimento sobre a "nova geração" que vem se configurando em nossa sociedade, influências, tendências... Vale assistir e refletir!


 Qual sua idade emocional?  Quantos anos você aparenta ter? Quantas idéias "cristalizadas" você carrega? Quais os "pesos" de sua idade? O que faz sua vida mais leve?
O que é envelhecer para você? O que é "juventude"?
Boa reflexão...

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