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sexta-feira, 4 de março de 2011

Sobre Desenvolvimento Infantil...

Encontrei este texto na net, em um site de brinquedos, muito bom... muitas dicas úteis aos pais, educadores e interessados no desenvolvimento infantil...
Fala-se muito desta primeira fase em que a criança começa a mudar seu comportamento, colocando-se mais no mundo... os pais preocupam-se, e surgem muitas dúvidas sobre condutas e criticas sobre a forma de educar. Gostei muito do texto a seguir pois fala de forma clara, objetiva e resumida deste momento da primeira infância. Espero que os interessados gostem também...


"Os Terríveis Dois Anos! De repente, aquela criança meiga e obediente, que era seu anjinho, passa a berrar, gritar, espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se e atira o que estiver à mão para todos os lados. Choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação sua, a aceitar com tranquilidade suas decisões, seja para trocar uma roupa, sair de um local, guardar um brinquedo e já não atende seus pedidos mais simples. Parece ser sempre “do contra”. O que será que está acontecendo?

A fase dos dois anos de idade é um período de grandes mudanças para a criança. Até então, ela seguia os modelos e decisões dos pais. Gradualmente, ela passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como ser “independente” dos pais.
Alguns especialistas chamam esse período de “terrible twos” ou terríveis dois anos, outros o chamam de “primeira adolescência”. O fato é que a principal característica dessa fase (que pode ir de 1 ano e meio a 3 anos de idade) é a oposição. Nosso pequeno insiste em querer exatamente o oposto do que queremos. Temos expectativas positivas e até razoáveis, mas ele insiste em dizer "NÃO!" ou simplesmente em se debulhar em lágrimas.
E o que fazer para passar por esta fase delicada sem causar prejuízos para o desenvolvimento saudável dos nossos filhos?

Tudo isso acontece porque, ao mesmo tempo em que a criança quer tomar suas decisões, ela ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente responde: “macarrão”. Mas quando você chega com o prato de comida ela diz: “eu não quero isso!”. Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer “preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação.
É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais (por mais que isso não pareça possível).


A criança tem como dever adquirir habilidades para fazer escolhas apropriadas. E para ajudá-la nessa tarefa, ofereça a ela opções determinadas em todas as oportunidades. A criança ainda precisa da segurança de saber que não está sozinha e não tem a obrigação de saber e decidir tudo. Ele pode demonstrar frustração ao receber direcionamentos, mas ficará perdido se receber muitas alternativas, o que o deixará mais angustiado. Duas ou três alternativas são suficientes. Tenha certeza de que suas alternativas são possíveis de serem cumpridas. Quando chegar a hora de comer, ao invés de perguntar “o que quer comer?”, diga “você quer uma banana ou uma maçã?”. Isso fará seu filho sentir os limites impostos por você (dando-lhe segurança), mas ao mesmo tempo a liberdade de exercer seu poder sobre esses limites.
Paciência, firmeza e determinação ajudarão a superar essa fase."
(Larissa Fonseca é pedagoga, pós-graduada em educação infantil e psicopedagogia. Especialista no Universo do Brincar pelo Centro de Estudos Filosóficos Palas Athena e em psicanálise e educação pelo Instituto de Psicologia da USP. Coordenadora pedagógica da Escola de Educação Infantil Bilíngue Tiny People.)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Fotografando... Aniversários...

A Fadinha Marina fez 1 aninho e convidou os amiguinhos para passear pelo Jardim das Fadas...
Neste clima de encantamento e magia familiares e amigos curtiram muito a festinha com a pequena que foi realmente o encanto da festa!
Parabéns aos meus amigos queridos Fê e Edu pela linda família! Adoro vocês!








segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Sobre Viagem com crianças... Beach Park!

Beach Park... destino escolhido pelo meu pequeno príncipe em seu aniversário...
Então vamos lá:
O Beach Park, localizado no Estado do Ceará, a 16 km da cidade de Fortaleza, Brasil, é um complexo que abriga várias áreas voltadas para diversão, lazer e turismo. As áreas são divididas em Aqua Park, o maior parque aquático da América Latina, Beach Park Suites Resort e Beach Park Aqua Resort, os hoteis do complexo e  Beach Park Praia, área à beira-mar com restaurantes, bar, lanchonetes e atividades esportivas e de lazer. (os sites são bem explicativos!)
Bom, ao chegarmos ao Beach Park Aqua a alegria das crianças era incontrolável... pulavam e cantavam pelos corredores do hotel... e lógico fomos direto ao parque. Entrecortando todo o Aqua Resort ainda existe o Acqualink, um rio artificial que leva você do conforto do resort à diversão do Acqua Park (isso eles amaram!). O Parque é imenso e cheio de atrações para todas as idades, confesso que fiquei angustiada de ver os meus pequenos corredo pelo parque, fiquei com muito medo de perdê-los no meio de tanta gente, isto que era uma quinta feira a tarde... sexta, sábado e domingo o parque lota geral... uma muvuca! Para quem planeja ir até lá deve ficar atento aos dias que  o parque abre... eu gostaria de ter aproveitado os dias durante a semana (justamente para evitar a muvuca!) mas terça e quarta o parque estava fechado para manutenção e limpeza, o que forçou nossa escolha pelo final de semana...


Sobre o Hotel Aqua Resort: ele é bom, confortável, novo, mas longe de ser maravilhoso como alguns Resorts que já conhecíamos (Sauípe, Praia do Forte, Sumerville, etc) a cozinha é muito boa, caprichada e diversificada tanto no café da manhã, almoço e jantar, mas o Hotel peca um pouco no lazer para adultos - o bar "molhado" fecha as 18hs e o restaurante só abre as 19hs - então você fica 1h sem ter onde ficar e sem ter o que beber para um happy hour a beira mar... Ok, estávamos com as crianças então hora do banho e de espera pelo jantar... Acabou o jantar, novamente sem muita opção de lazer, principalemnte durante a semana... Acabamos indo para o quarto cedo pois as crianças estavam acabadas de tanto nadar e brincar no parque!
Dia seguinte resolvemos conhecer o outro Hotel do complexo, Beach Park Suítes e já começaos a gostar mais do complexo no passeio pela praia. A praia em frente ao Suítes é infinitamente melhor, principalmente para crianças, pois formam-se piscinas naturais rasinhas que convidam ao mergulho... já no Aqua você precisa atravessar uma estradinha de areia onde ficam muitos bugueiros oferecendo passeios ( o Hotel não recomenda os passeios com os bugueiros),  e não se tem a sensação do Hotel integrado com a praia.

(as primeiras fotos são em frente ao Aqua, depois as piscinas naturais que se formam em frente ao Suites - mais divertido e seguro para crianças!)
Mudamos de hotel sem maiores problemas, havia vaga no Suites, quarto grande com vista para a praia e para piscina (no Aqua nossa vista era para os fundos so hotel), ainda demos sorte de encontrar o Paulo Zulu com a família por lá...
Na minha opinião o Suites diferencia-se pelo atendimento, qualidade dos serviços, opções de lazer, maior espaço do Club Kids, e maior área de piscina, quartos em tons mais aconchegantes e decoração mais praiana... o Aqua não é ruim, alías o atendimento e a qualidade do restaurante são melhores, os quartos são amplos, tem estilo "clean", sem muita decoração, e tem o rio artificial que é uma diversão a parte...
Estas são as fotos do Suites:

Ai ao fundo o Aqua:
e a piscina do Aqua, com borda infinita é bem bonita mas não muito grande...

Enfim, acho que o passeio ao Beach Park vale muito para toda família, mas informe-se bem dos horarios de funcionamento do parque e valores dos Hotéis para não ter aquela sensação de "roubada"... O passeio é incrível para as crianças que tem opções de diversão o dia todo...

o parque na segunda-feira é um sossego... pouca gente e muita diversão!

todos os brinquedos tem salva-vidas, tudo é muito seguro e organizado!

"muvuca" e parque cheio de filas sábado e domingo!!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sobre viagens e saudade na infância...

Sei que este é um tema amplo, muito amplo...
e demorei para postar pois estava buscando referências bibliográficas, estudando, entendendo...
Por ser psicóloga, com enfoque familiar, muitos pais (amigos e pacientes) me perguntam se "as crianças" sentem saudade, e a partir de que idade, quando os pais viajam ou se ausentam por determinado período...
Sempre respondi: Claro que sentem! Bebês sentem saudade dos pais, principalmente da mãe, do colo, do cheiro, do aconchego, da rotina... bebês e crianças precisam dessa segurança!
Mas agora falo um pouco sobre a experiência que tive com os meus pequenos no periodo em que estive viajando...
Divido aqui pois acredito ser útil à outros pais  que se preocupem com essas questões...
Como opção de leitura e pesquisa posso citar René Spitz, Piaget, Melanie Klein, Anna Freud, Winnicott, etc... grandes autores e pesquisadores sobre o desenvolvimento infantil, mas o que me chama atenção atualmente é um tema pouco estudado, pouco explorado : A Psicossomática na Infância!
Explico, Doenças Psicossomáticas são doenças provocadas por questões emocionais, como a tensão, estresse, a depressão entre outros.
O estresse ( físico, psicológico ou social) compreende um conjunto de reações e estímulos que causam distúrbios no equilibrio do organismo, muitas vezes causando uma baixa na imunidade do organismo e doenças psicossomáticas...
Alguns autores caracterizam de "Sindrome geral de adaptação" um quadro que apresenta três fases consecutivas: Alarme, Resistência e Esgotamento. Após a fase do esgotamento, surgem as doenças ( herpes, úlceras, dermatites, lesões de pele, queda de cabelo, enxaquecas, hipertensão arterial, entre tantas outras...)
Sem dúvida o corpo é uma extensão do que vivemos e sentimos, mas como as crianças respondem a tudo isso? o que é estressante na infância?
A distância dos pais é o que abordo aqui... Se o início na vida escolar, a entrada da criança ou bebê em uma instituição de cuidado e ensino, gera angústia e conflitos, a distância e a separação dos pais por um longo período marca sem dúvida o desenvolvimento da criança. Tanto a iniciação escolar como o distânciamento, autonomia e independência dos pais são importantes e fundamentais para o desenvolvimento da criança, a questão é fazê-lo de forma saudável e adequada à pais e filhos, pois a tranquilidade de um é diretamente proporcional a tranquilidade do outro. (Sobre adaptação na escola o site educativa online é ótimo).
Como terapeuta de familias e casais sei da impotância de viagens para o casal, do quanto fortalece o vínculo, do quanto tranquiliza a relação... E por ter passado por isso recentemente divido aqui algumas impressões...

Bom, em relação a viagens... o que seria mais adequado? Claro que existem situações inesperadas (como falei o tema é muito amplo...) mas havendo a possibilidade de planejamento de uma viagem, inclua a criança desde o planejamento, explicando o motivo da viagem, os locais visitados, a distância através de mapas, fotografias, conte o tempo em um calendário apropriado (onde seja possivel visulaizar os dias). Fale com segurança, não pense que bebês não entendem, eles entendem muito seu tom de voz, sua emoção... Crianças que entendem o motivo da viagem dos pais podem ficar muito mais tranquilas frente a esta situação...

Procure deixar a criança dentro de sua rotina habitual, oriente bem a pessoa (babá, avós, tios, padrinhos...) que irá cuidar da criança para que fique atenta a rotina e atividades divertidas como pintar, desenhar, recortar e colar, massinhas de modelar, etc... Essas atividades favorecem a expressão de sentimentos da criança, assim como fantoches e brincadeiras com bonecos ou fantasias... Deixe fotos da familia ao alcance da criança caso ela se interesse em perguntar pelos pais... (Eu, como também trabalho com fotografia, deixei um album pronto com a história dos meus filhos desde bebês, para leitura antes de dormir ou quando interessasse!).

Certifique-se de que seu pediatra de confiança esteja  na cidade no período de sua ausência e informe-o da situação, mas prepare-se para que algum sintoma apareça (como por exemplo: gripes, resfriados, diarréia, febre, doenças respiratórias, amigdalites, faringites, alergias, etc...) é normal e faz parte do preocesso de elaboração da criança.
O que pude perceber é que as crianças tem um limite, um "termostato" interno que regula questões emocionais até certo ponto. Tenho visto que a ausência dos pais suportada com mais tranquilidade pelas crianças fica em torno dos 7 dias, após isso, talvez pela repetição da rotina, elas começam a entrar em um estado de esgotamento, passados 10 dias os sintomas aparecem em quase 100% dos casos.
Claro que tudo isso depende muito da fase de desenvolvimento físico, psicologico e cognitivo da criança, mas de maneira geral, em crianças saudáveis que costumam conviver diariamente com os pais, os sentimentos e sensações são semelhantes.
 Divido isto aqui, pois acredito que esta é uma questão importante a ser considerada antes de qualquer situação de separação física, seja ela qual for (viagens, doenças, hospitalização, etc).
Termino essa reflexão com o que diz meu amado Rubem Alves:
"A saudade é um buraco na alma que se abriu quando um pedaço nos foi arrancado.No buraco da saudade mora a memória daquilo que amamos, tivemos e perdemos. A saudade é a presença de uma ausência..."


quarta-feira, 31 de março de 2010

Sobre Crianças e Páscoa...

Essa semana vem o meu filhote (de 5 anos) do colégio contando que Jesus ressussitou e estava enterrado numa toca e por isso na Páscoa vem o coelho que mora numa toca para simbolizar Jesus e trazer ovinhos de chocolate...(?????) e foi assim mesmo que ele falou, quase sem respirar emendando uma palavra na outra...Tá, eu respirei, ri, pensei...que salada que ele fez... vamos começar do começo...como é que é? e ele : é mãe... assim, uma toca, tu não sabias? Jesus morreu e ficou numa toca com a pedra na frente na forma de um ovo, ai vem o coelho e traz ovo de chocolate pra gente... (e eu perguntando, lógico) tá meu amor, mas porque o coelho mesmo? ai ele responde: o coelho mora na chocolândia e faz o chocolate e quando tá pronto ele traz pra gente na Páscoa... entendeu?  Entendi!
Bom...eu achei uma graça a forma como ele está elaborando todos esses conceitos... e me lembrei de um texto que recebi tempos atrás... meus meninos ainda muito pequenos não elaboravam teorias ainda... mas dei boas risadas lendo... então divido aqui, infelizmente não sei quem é o autor...
O Coelho da Páscoa e a Paixão de Cristo:
- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é...... bem...... é uma festa religiosa!
- Igual Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos ........ Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a, professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor...
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois.
- Não, três dias.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na sexta-feira santa ....... ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- É, boa pergunta. Filho, atende o telefone pro papai. Se for um tal de Rogério diz que eu saí.
- Alô, quem fala?
- Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está?
- Não, foi comprar ovo de Páscoa. Ligue mais tarde...tchau.
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!
as explicações:
A Sexta-feira Santa, ou 'Sexta-feira da Paixão', é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã (é o primeiro mês do calendário judaico e corresponde a março-abril do calendário gregoriano), no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.
A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.
O Sábado Santo, também chamado Sábado de Aleluia, é o dia antes da Páscoa no calendário de feriados religiosos do Cristianismo. O Sábado de Aleluia é o último dia da Semana Santa. (mais detalhes)
A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário.
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos:
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas. Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida. A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
Complicado isso não? entender essas associações e convenções religiosas... imagina para uma criança... haja concentração, abstração, interesse... então, mais adequado a fantasia e a compreensão que cada uma dá sobre o que escutou, seja na escola, em casa ou em conversas por aí... tudo tem seu tempo... Feliz Páscoa para todos e que a criançada se acabe no chocolate!!!!
 

sexta-feira, 26 de março de 2010

Sobre Fotografia... pq sou fotógrafa também (e inclusive!)...

Possibilidades de um novo trabalho... aliás novos trabalhos... então ai estão as idéias... não são lindas? Adoro fotografar crianças...
Para quem não sabe tudo começou com o hábito de fotografar os meus meninos e a nossa grande família, fotos bonitas foram rendendo elogios e incentivos e assim as fotos, as técnicas e o equipamento foram se aprimorando... Torneios de tênis, calendários, cocktails, aniversários...vários trabalhos surgindo e a psicóloga também tornou-se fotógrafa...
O olhar é o mesmo independente da formação... tanto em sessões de psicoterapia quanto em sessões de fotografia procuro a essência, o momento importante, a história de cada um... pois o que importa é quem está ali, seja na frente das minhas lentes ou sentado em meu consultório, em frente ao meu olhar... e é assim, entendendo o que cada um busca, o que cada um quer, o que cada um acredita que o trabalho se desenvolve...
Então...hoje posto aqui idéias fotográficas, com um olhar terapêutico (como não poderia deixar de ser) :
As fotos a seguir não são minhas não (eu achei lindas e inspiradoras). Créditos: Evandro Rocha Fotografias e moda bico do corvo
















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