domingo, 29 de agosto de 2010

Sobre Casamentos...

Adoro Casamentos... Adoro a festa, lógico, mas sou apaixonada pelos rituais... seja como for... Não à toa me tornei terapeuta de casais e familias... acredito nas relações, acredito que sempre buscamos alguém que de alguma forma nos complete, e faça a relação especial e única!
Tenho uma amiga especial "ma belle... These are words that go together well ... Sont les mots qui vont tres bien ensemble...Tres bien ensemble... mon chéri... mon cher ami!!!!"
MInha querida... essas fotinhos são para tua inspiração... e de uma certa forma como eu imagino a tua festinha intima e acolhedora... cheia de vida e alegria... como tú és!
Como sou apaixonada por fotografia, casamentos, relações e coisas bonitas... acho que tudo casa perfeito aqui...
logo posto algo sobre os rituais e Rubem Alves (muito provavelmente!)...
um mural de fotos especiais ao fundo... bem legal!

cupcakes e cabelo bem natural...


o buque... flores com significado...

olha que simples e leve....


os detalhes que graça...


adorei a iluminação...
e nessa as fitinhas nas árvores e o caminho de pétalas...

balões...que fofo!!!


o festerê... sonzinho de violão hein amiga? estilo Jack Johnson, John Mayer...
até o vestido eu achei uns modelos... que amiga mais metida!!!!
esse achei a cara da minha amiga noivinha... tão leve e doce como ela é...
viu? nem precisa de muita gente...

lindo não?! Desejos de felicidade total e muito amor aos 2!!!!

olha que mimo as lembrançinhas...

sábado, 21 de agosto de 2010

Sobre estágios da vida... e padrões de comportamento...



O livro: Sobre a Morte e o Morrer (Elizabeth Kübler-Ross) foi meu primeiro contato teórico com questões da morte...  foi a partir daí que pude entender mais a vida...
A morte, como diz Rubem Alves  é nossa companheira e conselheira silenciosa diária... "a Morte não é algo que nos espera no fim. É companheira silenciosa que fala com voz branda, sem querer nos aterrorizar, dizendo sempre a verdade e nos convidando à sabedoria de viver...."
Bom, falar de morte é falar de vida... conhecer as questões da morte torna as questões da vida mais especiais, importantes e significativas... pequenos momentos, simples encontros, contatos, carinhos...


Enfim... pensando nisso e lendo sobre isso resolvi postar aqui algumas consideraçoes sobre o asunto...
Todos nós em muitos momentos da vida nos deparamos com situações inesperadas , imprevisíveis, difíceis, desagradáveis...
Elisabeth Kubler Ross e Barbara Brennan  em seus estudos encontraram padrões de comportamento frente a situações difíceis como perdas, doença, morte...


Negação e Isolamento: é o primeiro estágio após o contato com a situação inesperada e desagradável, aparece como uma forma de defesa temporária, é o início do processo onde a pessoa pode entrar em estado de choque ou torpor. Esta atitude de negar ou isolar-se não significa que a pessoa não queira ou não se sinta mais aliviada em compartilhar suas angústias com pessoas ao seu redor, é apenas um tempo, uma fase para que ocorra a elaboração do processo...

Raiva: normalmente manifesta-se quando não é mais possível negar o processo de perda, luto, morte, doença, etc... e traz outros sentimentos como indignação, ressentimento e revolta. Este é um dos estágios mais difíceis, pois a raiva se propaga em todas as direções atingindo a todos e muitas vezes sem uma razão plausível para isso... normalmente a pessoa traz junto uma sensação de castigo ou punição... Quando é possível expor estes sentimentos angustiantes a pessoa pode sentir-se aliviada, muitas vezes o medo de enfrentar a situação torna todo o processo mais difícil...

Barganha: é um recurso normalmente utilizado para adiar o inadiável... A barganha consiste em trocas, promessas, chantagens numa tentativa de aliviar uma culpa que existe internamente... " e se eu tivesse feito isso..." " e se não tivesse feito aquilo..." Esta é uma fase difícil e que exige maturidade e reflexão para a elaboração do processo...

Depressão: este é o momento onde se entra em contato com a dor da separação, da falta, da perda e com a impotência diante da morte. É um momento de preparação para a perda do que se ama... Normalmente a família apresenta dificuldade em lidar com este estágio, buscando sempre animar o doente, porém este período de depressão é necessário e benéfico pois permite que exista a possibilidade de aceitação e entendimento deste período difícil... é preciso muita sensibilidade, compreensão e apoio de amigos e familiares pois essa fase só é bem elaborada se houver ambiente adequado para abraçar essas angústias e ansiedades da pessoa em dificuldades ou doente...

Aceitação: este estágio nem sempre é atingido por todos... muitas pessoas continuam em uma luta constante com a situação difícil, perdas, doença ou possibilidade de morte, agarrando-se a falsas esperanças, tornando difícil a aceitação. Quando alcançado este estágio caracteriza-se por um estado de tranquilidade e paz, onde a pessoa não foge mais do que esta vivendo ou viveu. Pode existir a tristeza pelo acontecido ou pela possibilidade de morte ou separação, mas existe uma possibilidade de despedida consciente, novamente faz-se importante a sensibilidade de amigos e familiares no suporte à pessoa com dificuldades, podendo auxiliar a enfrentar a situação de maneira saudável...

Transformação: este estágio só é alcançado quando todos os demais estágios puderam ser vivenciados e elaborados com profundidade... a reflexão, na maioria das vezes com apoio terapêutico, o apoio adequado de familiares e de amigos torna possível a mudança de um padrão de funcionamento, as escolhas mudam, a consciência muda... a pessoa passa a conhecer-se mais profundamente e passa a entender seu funcionamento frente as situações de sua vida. Estando mais conectada, mais inteira, ela passa a entender suas escolhas, e os resultados das mesmas... Assim torna-se mais consciente e presente, desfrutando de novas possibilidades, novos caminhos...


sábado, 7 de agosto de 2010

Fotografia... Retratos... Amo!

Ao meu amado marido, ao meu pai querido, aos meus amigos...
Feliz dia dos Pais...

Para que a mulher possa estar tranquila, segura e feliz em seus multi-papéis faz-se fundamental a figura forte e presente de um grande e bom pai...
bjos com carinho para todos os pais especiais que eu conheço...










quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Fotografando... Aniversários...


Fotografei a festinha de aniversário de 3 menininhos muito fofos...
As mães capricharam em cada detalhe... uma graça!
Os meninos curtiram cada momento... lindos!
Aniversário de criança é sempre uma festa... crianças, pais, familiares e amigos festejando... celebrando mais um ano de vida, de alegria, de saúde... muitas felicidades para todos então...










terça-feira, 20 de julho de 2010

Sobre pais de alma e coração...

Conheci este texto e me emocionei com o conteúdo...
Uma  história bonita e sensível para indroduzir o conceito de adoção em família...


 Adoção, uma História para Adultos e Crianças:


“Há um certo tempo atrás, lá no céu, viviam muitas criancinhas correndo e brincando sem parar.
E todos eram muito, mas muito felizes.
No meio daquelas crianças havia uma menina muito bonita, inteligente e esperta que percebeu que muitos de seus amiguinhos desapareciam assim, de repente,enquanto brincava com eles e sem se saber o por quê.
Então ela, que era muito inteligente, foi conversar com o “Papai do Céu” para saber o que estava acontecendo.
Aproximou-se Dele e disse:
- Papai do Céu?
- Sim, minha filha.
- Por que meus amiguinhos desaparecem no ar, quando eu estou brincando com eles?
- Eles não desaparecem, minha filha.
Respondeu o Papai do Céu.
Eles estão indo nascer lá embaixo na Terra.
Eles desaparecem aqui, mas aparecem lá.
- Então, perguntou a menina:
Por que eu ainda não fui nascer lá na Terra?
- Porque Eu estou escolhendo uma mamãe e um papai para você.
A menina pensou naquelas palavras e decidiu fazer um pedido.
- Posso escolher minha mamãe e meu papai? Posso? Insistiu a menina.
Papai do Céu coçou sua longa barba branca, pensou e depois de algum tempo resmungou:
- Isso nunca foi feito. Eu sempre faço a escolha.
Mas como você mostrou que é muito inteligente Eu vou deixar você escolher.
A menina saiu correndo muito feliz da sua vida e, naquele mesmo dia, passou a olhar aqui para a Terra, tentando escolher sua mamãe e seu papai.
Ela olhava, olhava, olhava, mas achava difícil escolher no meio de tanta gente.
Os dias foram passando até que num dado instante ela conseguiu ver uma mulher rezando aqui na Terra,
dizendo assim:
- Papai do Céu, manda uma filhinha para mim.
Eu sei que minha barriga não cresce, mas manda mesmo assim.
Eu vou amá-la com toda a força do meu coração. Ela vai ser minha filha do coração e eu e meu marido seremos seu papai e mamãe do coração.
Por favor Papai do Céu…
A menina ao ouvir aquelas palavras foi correndo para o Papai do Céu contar a grande novidade:
- Papai do Céu… Achei!
Achei uma mamãe e um papai para mim.
Vem ver, vem ver!
A menina mostrou a mulher aqui embaixo na Terra  para o Papai do Céu que, depois de olhar disse:
- Minha filha, aquela mulher não pode ser sua mamãe.
A barriga dela não cresce e você sabe que as crianças só nascem lá na Terra se a barriga da mamãe crescer.
- Eu sei, mas eu quero ela, eu quero!
O Senhor pode fazer qualquer coisa e eu quero ser Filha do Coração daquela mamãe.
A menina chorava, e mais uma vez Papai do Céu pensou e respondeu:
- Tá bom! Então vou fazer você nascer da barriga de uma outra mamãe e vou avisar sua mamãe do
coração para ir te buscar.
E assim foi. Ao mesmo tempo que a menina nasceu de uma outra barriga, Papai do Céu fez a mamãe do
coração dormir e sonhar.
Neste sonho, Papai do Céu mostrou como era a menina e onde ela deveria buscá-la.
Ao acordar, a mamãe do coração ficou tão feliz que chamou seu marido e juntos foram buscar a menina.
Eles viajaram bastante até chegarem a uma cidade distante.
Lá começaram a procurar pelo lugar onde estava a menina.
Depois de muito tempo e já cansados de procurar, os dois resolveram descansar em um banco de jardim.
Assim que sentaram e olharam para a frente, lá estava ela.
Era a casa que o “Papai do Céu” havia mostrado no sonho e onde estava a “filhinha do Coração.”
Rapidamente correram para lá e entraram.
Dentro da casa havia muitos bebezinhos, cada um em sua caminha dormindo.
A mamãe do coração olhava todos eles, mas não encontrava a sua filhinha.
Após olhar todos eles, a mamãe do coração, quase desistindo, viu que ainda tinha um bercinho
com um bebê todo coberto e enrolado em um lençol.
Toda emocionada, ela se aproximou e puxou o lençol.
Pode ver, então, o rosto da menina.
Sim, era ela, a menina que ela tinha visto no sonho.
Imediatamente, ela a pegou no colo, abraçou-a e chorou de tanta felicidade.
E assim todos juntos, papai, mamãe e filha do coração voltaram para casa onde viveram muito felizes..."


sábado, 17 de julho de 2010

Fotolivro...

Já postei aqui algumas coisas sobre fotografia e fotolivros, mas deixo aqui o registro do albúm que fiz para os meus "pequenos" quando fomos viajar...
Eles amaram e os avós curtiram muito...
Para quem se interessar, é só entrar no site: Digipix baixar o software D-book e pronto! Ai é deixar a criatividade voar pois são várias opções de álbuns, modelos, motivos, etc...
Para quem gosta de fotografia e curte organizar álbuns um prato cheio!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

A menina e o pássaro encantado...


Era uma vez uma menina que tinha como seu melhor amigo, um Pássaro Encantado. Ele era encantado por duas razões:
Primeiro porque ele não vivia em gaiolas. Vivia solto. Vinha quando queria. Vinha porque amava.
Segundo, porque sempre que voltava suas penas tinham cores diferentes, as cores dos lugares por onde tinha voado.
Certa vez voltou com penas imaculadamente brancas, e ele contou estórias de montanhas cobertas de neve. Outra vez suas penas estavam vermelhas, e ele contou estórias de desertos incendiados pelo sol. Era grande a felicidade quando estavam juntos. Mas sempre chegava o momento quando o pássaro dizia:
"Tenho de partir."
A menina chorava e implorava: "Por favor, não va, fico tão triste. Terei saudades e vou chorar..."
"Eu também terei saudades", dizia o pássaro. "Eu também vou chorar. Mas vou lhe contar um segredo: eu só sou encantado por causa da saudade que faz com que as minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for não haverá saudade. E eu deixarei de ser o Pássaro Encantado e você deixará de me amar."
E partia. A menina, sozinha, chorava. E foi numa noite de saudade que ela teve a idéia: "Se o Passaro não puder partir, ele ficará. Se ele ficar, seremos felizes para sempre. E para ele não partir basta que eu o prenda numa gaiola."
Assim aconteceu. A menina comprou uma gaiola de prata, a mais linda. Quando o pássaro voltou eles se abraçaram, ele contou estórias e adormeceu.
A menina, aproveitando-se do seu sono, engaiolou-o. Quando o pássaro acordou ele deu um grito de dor.
"Ah! Menina...que é isso que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias. Sem a saudade o amor irá embora..."
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar.
Mas não foi isso que aconteceu. Caíram suas plumas e o penacho. Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio: deixou de cantar. Também a menina se entristeceu.
Não era aquele o pássaro que ela amava. E de noite chorava pensando naquilo que havia feito com seu amigo...
Até que não mais agüentou. Abriu a porta da gaiola. "Pode ir, Pássaro", ela disse." Volte quando você quiser..."
"Obrigado, menina", disse o Pássaro." Irei e voltarei quando ficar encantado de novo. E você sabe: ficarei encantado de novo quando a saudade voltar dentro de mim e dentro de você!

Não é incrivel esse Rubem Alves?! Eu amo!

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails